domingo, 7 de septiembre de 2008

Metamorfus Vitae

Quantos nomes, quantas poesias;

Quantos amores, quando querias;

Quantas loucuras, quantas fobias;

Quantos mares, quantas derivas;

Quantas léguas, quando corrias...


Os meus pré-nomes mudaram com a poesia;

Os meus amores não amaram em alforria;

A sanidade ia, voltava, e perdida reluzia;

Os mares levaram o sorrir que eu descobria...

E a chuva derramava a noite e, o sol o dia.

0 comentarios: