Quantos nomes, quantas poesias;
Quantos amores, quando querias;
Quantas loucuras, quantas fobias;
Quantos mares, quantas derivas;
Quantas léguas, quando corrias...
Os meus pré-nomes mudaram com a poesia;
Os meus amores não amaram em alforria;
A sanidade ia, voltava, e perdida reluzia;
Os mares levaram o sorrir que eu descobria...
E a chuva derramava a noite e, o sol o dia.
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