Deslizava eu sobre o teu peito liso às bordas dos teus sustentadores masculinos, elípticos! E com as pontas do meu todo ser austral, dialogava com o teu templo na idiomática das dobras que, com as tuas vozes trepidas se encontravam, quando a mão sobre a tua boca não punha. E, quando assim, por qualquer divindade clamava, ou, ainda, exalava um suspiro alto no ritmo shakirenho de um nascer do suor.
O beijo era uma ereção das línguas... água, pele, sintomação! O orvalho do corpo em progressão, untava a cerimônia.
O pescoço claro era o alimento latinovalente dos meus lábios desfibriladores que, na volatilidade do teu organismo varonil, ressuscitava em instantâneo um tal ponteiro tido por 12 o teu próprio umbigo; haste capaz de romper o meu jeans-cronus enquanto vestido.
Minha expressão aberta impelia de ti o teu dom, o meu som, e deitados ou não, imergíamos!
Por último, enquanto jazias, eu desenhava nos vidros a derreter , uma anelante canção.
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