A afinidade pode ser uma atração narcisista, um encantamento por uma fração de você mesmo que habita o outro, ou uma ilusão efêmera, ainda que, também, egoísta, na ânsia de crer-se.
A possibilidade terceira, e mais utópica, é da afinidade enquanto elo advindo de uma parcial convergência, mais ou menos superficial, sempre espontânea. Dessa última concebe-se a idéia de afinidade como genitora do amor romântico.
p.s: Sabem, senhores (as)... O mais triste desse pensamento é que era para ser um poema; todavia, tornou-se uma apenas uma tese empírica, como uma teoria econômica, um contra-argumento científico do amor (-terreno).
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