Agradeço a todos que interpretaram Shakira, comigo. Àqueles que puseram a mão sobre o peito e lembraram de um sentimento foragido, ou apenas gritaram (em sol) – com todo o diafragma –, ESTOY AQUÍ!
Àqueles que fizeram do quadril um apêndice e se perderem em "mis ojos, mi sonrisa y mi boca", na batida caribenha|dominicana de Juanes e Nicky Jam, em "LO QUE ME GUSTA A MI.
Àqueles que puderam dançar a transgressão geopolítica e a raiz; a latinidade Cubana de Orishas à latinidade americana das garotas do Heather Headley, em REPRESENT, CUBA.
Àqueles que aproveitaram o PAM, PAM e "pam!",durante o reggaeton dos porto-riquenhosWisin & Yandel.
Àqueles, aos quais, a canção importou às endo-borboletas, exportou ao arquipélago espanhol de Rosana Arbelo e, fez reviver a brandura inquieta de um amor latino, A FUEGO LENTO.
yo puedo creer... en la piel roja que te perteneciste por la luz en el cuerpo que tu emoción te ha regalado en el mirar que te hubiera revuelto no simplemente, como una escenación... pero parte de tu verdad una poesia.
A afinidade pode ser uma atração narcisista, um encantamento por uma fração de você mesmo que habita o outro, ou uma ilusão efêmera, ainda que, também, egoísta, na ânsia de crer-se.
A possibilidade terceira, e mais utópica, é da afinidade enquanto elo advindo de uma parcial convergência, mais ou menos superficial, sempre espontânea. Dessa última concebe-se a idéia de afinidade como genitora do amor romântico.
p.s: Sabem, senhores (as)... O mais triste desse pensamento é que era para ser um poema; todavia, tornou-se uma apenas uma tese empírica, como uma teoria econômica, um contra-argumento científico do amor (-terreno).
O mesmo homem que, freqüentemente, atendendo aos instintos, despir-se-ia com ousadia, temeria despojar-se por um instante, da veste cinza que sobrepusera ao coração.
Os artistas não devem se meter em política. Não sei se está correto ou não, mas hoje não quero falar sobre política ou políticos. Prefiro falar sobre algo que está acima de tudo isso.
AMOR. Porque o amor está precisando de líderes os líderes estão precisando de amor.
Por que é tão difícil amar e entender um ao outro?
Você pode segurar a mão da pessoa que está junto de você? E você diria que a ama? Que a perdoa? Pode amá-la? Pode amá-lo? Pode me amar? Pode amar a eles, e a ele, e a ele?!?!
"Quando o poder do amor superar o amor ao poder, então o mundo conhecerá a paz" (Jimi Hendrix).
Nada lhe posso dar que já não existam em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo.
...Que tipo de diário eu gostaria que o meu fosse?
Algo mais solto, mas não desleixado.Tão elástico, que possa abrigar qualquer coisa leve ou bela que me venha à mente. Quero que ele se pareça com uma velha escrivaninha, um móvel amplo, no qual se guardam coisas sem saber o quê. Eu gostaria de relê-lo após um ano ou dois, e descobrir que a coleção acabou se organizando e se refinando; como tais depósitos fazem misteriosamente, tornando-se um molde transparente o bastante para refletir a luz da vida. E ainda, um complexo estável com a indiferença de uma obra de arte.
Antes de la peluca y la casaca fueron los ríos, ríos arteriales; fueron las cordilleras, en cuya onda raída el cóndor o la nieve parecían inmóviles; fue la humedad y la espesura, el trueno sin nombre todavía, las pampas planetarias. El hombre tierra fue, vasija, párpado del barro trémulo, forma de la arcilla; fue cántaro caribe, piedra chibcha, copa imperial o sílice araucana. Tierno y sangriento fue, pero en la empuñadura de su arma de cristal humedecida, las iniciales de la tierra estaban escritas.
Nadie pudo recordarlas después: el viento las olvidó, el idioma del agua fue enterrado, las claves se perdieron o se inundaron de silencio o sangre. No se perdió la vida, hermanos pastorales. Pero como una rosa salvaje cayó una gota roja en la espesura, y se apagó una lámpara de tierra. Yo estoy aquí para contar la historia. Desde la paz del búfalo hasta las azotadas arenas de la tierra final, en las espumas acumuladas de la luz antártica, y por las madrigueras despeñadas de la sombría paz venezolana, te busqué, padre mío, joven guerrero de tiniebla y cobre, o tú, planta nupcial, cabellera indomable, madre caimán, metálica paloma. Yo, incásico del légamo, toqué la piedra y dife:
Quién me esper? Y apreté la mano sobre un puñado de cristal vacío. Pero anduve entre flores zapotecas, y dulce era la luz como un venado, y era la sombra como un párpado verde. Tierra mía sin nombre, sin América, estambre equinoccial, lanza de púrpura, tu aroma me trepó por raíceshasta la copa que bebía, hasta la más delgada palabra aún no nacida de mi boca
Uma vez, lá em Pato Alegre, tinha um rapaz metido a político, que também cortou relações com o cabo eleitoral dele, daí. No outro dia o candidato amanheceu sem o cabo. O pobre perdeu a eleição, mas ficou conhecido como o único concorrente que não %#@&$ o povo, daí.
Anacoluto, ou frase quebrada, é uma figura de linguagem que, consiste numa irregularidade gramatical na estrutura de uma frase, como se começássemos uma frase e houvesse uma mudança de rumo no pensamento. Muito freqüente na oralidade, onde poderá ser apenas considerado com um erro de construção frásica. Num texto escrito dá a sensação de espontaneidade. Eis a origem dos meus escritos, alforriados e nascidos nos mais inconvenientes momentos – em pé no ônibus, no banheiro da boate, na madrugada fria, na aula de revisão, na cadeira do dentista, no teatro, na ausência da luz ou no flash do raio x – como uma desavisada explanação da alma, simultânea a uma ação, elaboração ou construção qualquer; uma pontada aguda entre a mão, a caneta e o papel, uma intuição imprecisa, atemporal e inspirada ...|... a.n.a.c.o.l.u.t.a.
[Imagem: fotografia de minha primeira obra de arte em tela com giz pastel seco e oleoso, "O Obliterado".]
♫ Teu coração revela coisas que você não diz... você me fez assim; você me trouxe aqui; e como amigo, eu me deito no teu peito e ainda sinto, ouço "te amo, amor!" ♫
♫Eu cantei pra você acordar, eu cantei pra você dormir... E agora você está por aí, em algum lugar, sem alguém pra te fazer sonhar. Eu cantei pra você dormir, eu cantei pra você acordar... E agora eu estou aquí, cantanto só por cantar, apenas só, ninguém a ouvir.♫
♫ Eu não quero mais, eu não posso mais, eu não vou mais te sentir... Eu não quero mais, eu não posso mais, eu não vou mais te tocar... Eu não quero mais, eu não posso mais, eu não vou mais te beijar... Eu não quero mais, eu não posso mais, eu não vou mais te ver... Eu não quero mais, eu não posso mais, eu não vou mais te ouvir...
...mesmo que você, ainda, grite dentro de mim.♫
♫Não venha pra mim se você prefere estar só, eu procuro e encontro o teu cheiro em tulipas... então, me perdoe se te quero em vão. Não venha pra mim se você prefere estar só, eu procuro e encontro o teu cheiro em tulipas... em vão, me perdoe se te quero então.♫
De todos os momentos bons que já vivi, os que mais me fazem saudade são aqueles que pareciam chatos; nos quais, não havia nada a fazer. Apenas a tarde longa, o clima, a despretensão, e tudo acontecia... na-tu-ral-men-te.
Um tinha o dom de grafar o transcendente, a sensação
o outro, de representar a solfa ao mover-se no tempo
um desenhava, sobre o papel com linhas, a flora no alfabeto latino
o outro, elevava o corpo à alma dos instrumentos de som
um levava consigo um bloco de anotar, em detrimento da memória
o outro, trazia na mente cada passo, cada nota, cada salto do chão
um queria fazer-se abstrato, porém claro à brisa inspiradora
o outro, objetivava o ar, o solo, a física do cadenciado
porém, quando acharam-se, não houveram versos e tão menos rodopios
o lápis do escritor se pôs a rabiscar marchas e ritmos aéreos, os pés do dançarino redigiam algo recôndito no plano, sem intenção
fora em um instante de luz oscilante, acerca de um cubo, a caminho de um beijo e durante um olhar, que o poeta e o bailarino – antes do sino –, compuseram uma canção.
Tocando o Putero com o sobrenome Fucks! . Então, na manhã seguinte à festa do pijama... . D: _ Bah! Eu preciso ir ao banheiro. J: _ Mas vaiii! ...Em que condições você está? D: _ Em nenhumas condições. J: _ Por Diós! Então você pega a condição de cima, que tá no chão, e veste na condição de baixo... D: _ Mas tá muito longe! V: _ Que nada! Já aproveita e pega uma Cuóca-Cuóla! D: _ FUCKS!!! F: _ Hã? D, J, V e F: _ haushahahahaus!!!
* Tocar o Putero: 1. fazer ou dizer algo de modo parcial e controverso – em geral, cômico – sem intenção de gerar benefícios ou malefícios a outrem; 2. exonerar-se de responsabilidade sobre as ações e reações efêmeras; 3. comprazer-se, esporadicamente, com o inútil ou o fútil, sem ser ou parecer patético. Ex.: estar, com mais três seres (seminus) numa cama de casal rangedora.
Eu descumpriria o script e casaria hoje. É, hoje. Jovem! ...Em uma chácara terna, usando fraque e cartola brancos, como um mágico. Ou talvez de pés descalços e roupas de algodão. Nas mãos apenas um lírio, como um hippie.
Não me uniria somente quando a minha alma sentisse a fadiga da solidão e se cansasse de amanhecer sem companhia, de frente para a sacada, diante, apenas, dos raios de sol; o faria agora – nesse período de energia –, pela gana de estar junto, ao lado. Dividir, multiplicar, despertar e assistir os olhos do outro se abrirem vagarosamente, como uma persiana acetinada. E acordar tão perto de maneira que as fragrâncias distintas dos corpos, dos lençóis, da manhã e da noite anterior se confundissem, se misturassem, se olvidassem dos originários.
Tão menos ataria tal laço após, então, dos meus planos de carreira e aquisição de determinados bens tangíveis, ovacionados. Não o adiaria por características e pressões da idade, por apelo midiático ou idiossincrático; preenchendo lacunas de uma curiosidade evanescente com elementos intermitentes. Eu matrimoniaria hoje! O meu par não precisaria ter um corpo sarado, ser vegetariano, poliglota, usar roupas de marcas com dois C’s, dois T’s, dois N’s, fazer faculdade, possuir um carro ou ter status no seu nicho social. A mim bastaria que houvesse arte no seu ser inerente, que eu pudesse recostar sobre o seu peito – entre os pulmões – e, ao vibrar do diafragma, auscultar o violino que me atrairia até ali, àquele momento.
O dia do casamento não precisaria ser em um Valentine’s Day, no primeiro dia da semana, em Madrid. Quiçá em uma sexta-feira da paixão, sábado de aleluia ou dia de finados, em uma cidade próxima. As alianças não careceriam ser de ouro, prata, pedras preciosas. Na verdade, adoraria que fossem de um pedaço de fita mimosa. E, assim, tivéssemos que todos os dias refazer o laço na mão do outro, como se disséssemos a cada rotar da terra: “Eu não te esqueci”.
Eu descumpriria o script e casaria hoje. É, hoje. Jovem! ...Em uma chácara terna, usando fraque e cartola brancos, como um mágico. Ou talvez de pés descalços e roupas de algodão. Nas mãos apenas um lírio, como um hippie... Se alguém, além de mim, pudesse sair-se por um instante e pensar simples: assim.
Pela melodia e a poesia da música, pelo timbre inebriante do cantor, pelo instrumento equalizado ao fundo e quase inaudível; pela terra viva, pela maleabilidade que procria e permite-se pisar, pelo aroma pós-chuva que exala como a ebulição de um chá; por um alguém bom de estar, pelo jeito desse "alguém" sentar-se, com as pernas sob si; pelo olhar terno de sono, de amor, de pedir, de quase beijar. Apaixone-se sempre! E de novo, e de novo... mesmo que, pelo o mesmo olhar, pelo o mesmo "alguém", pela mesma música, pela mesma terra. Apenas sinta de novo, e de novo, distintamente.
Avistei-te apenas com uma mochila verde, um livro amarelado e um guarda-chuva colorido, porém fechado; molhando-se por crer que aquelas gotas nada seriam, pensavas em teu íntimo:
_Posso correr e, correndo, livrar-me destes pingos para não ter de abrir o meu aramado.
Então, com uma cesta de frutos e um objeto que te pareceu estranho, desci. Ocultei as minhas asas para seguir ao teu lado, sobre a terra, levado pelas tuas mãos simples, assegurado pelas tuas pernas leves. E, ao perceber os teus torpes medos e a tua vontade latente de voar, teci as tuas com orégano e as bordei com sementes vermelhas enquanto recitava uma poesia branda.
Mostrei-te o céu através de uma janela de brigadeiro, como abrir o par leve que te elevaria sobre os homens e, também, como se afastar do ar turbulento.
Assim, após a extensa lição, com as minhas asas úmidas e incrustadas de açúcar, a lousa se apagou; fechaste os teus olhos e eu te revelei:
_Vês aquelas nuvens doces que viraram água, logo ali, ali atrás? Observe que elas molharam os nossos caminhos de poeira para que seguíssemos com a alma límpida até as bordas do aqui.
_ Agora, podes voar...voar... Assim como eu pude e poderei ao desanuviar a minha guarnição branca e os cristais caírem ao solo.
Alegre, sem parar, mas pausadamente, segui com a instrução:
_O céu é infinito! Tenho tanto mais a te mostrar, meu caro... Lá em cima, lá em cima de tudo! Voe comigo (?)!
E tu, talvez grato, abriste os teus pequenos olhos e, inibido como se não tivesse real coragem, fitou-me a face – fixando a tua mirada ao meu queixo –, extraiu-me uma larga pena e, abrindo aquela mesma janela, partiu. Entre as nuvens pouco claras e algo que parecera o sol.
Imediatamente o segui clamando em voz alta:
_O que houve?! O que houve?! Por favor, o que houve?! EU TE AMO!...
Mas as minhas asas hemorrágicas e pesadas dos cubos doces pouco abriram. Tentei, tentei, tentei. Ergui-me do chão. Todavia, tornei a volitar baixo; recaindo entre os pomares de uma serra hostil.
...E ao acordar da queda, em sofreguidão errante, notei o curso imperfeito. No qual, as pedrinhas açucaradas haviam se acumulado no meu corpo de penas; durante uma caminhada só, em dois...
Eis que, além da minha claridade, dos meus frutos e da minha fé, esquecendo de cobrir a mim mesmo, havia cedido, a ti, o meu guarda-nuvens.
Como queria ir contigo... e poder ser tocado todos os dias e poder fazer-te mais esclarecido e ditoso e poder ser a inspiração daquilo que rabiscas
Como queria que fosses comigo... e poder ser teu oráculo de cabeceira e poder ser quem te diz a lei dos homens e poder mostrar a superioridade da divina
Como queria que andássemos mais tempo juntos... e poder tornar o amor à antiga regra nova e poder ser mais que um volume transportável e poder ser mais que um afeltrado de fibras, tinta e pó, teu amado.
Fora um pacto uma necessidade uma lanterna uma direção uma carona um discurso uma emoção uma alça uma dica uma foto do chão um conselho singelo um ouvinte complexo um toque sem intenção um passeio rápido um romance sem beijo um telefonema “urgente” uma lição sem tema uma filosofia em insônia uma pausa em frente uma ½ noite, na cama – sem gel um choro e um riso de festa uma nota musical uma ciranda em duo, em Di.
Passar correndo nu em frente a uma janela; Travar todas as batalhas existentes, sobretudo as íntimas; Fingir ter um ataque histérico de ciúmes, de vez enquanto; Escrever um poema ou uma resenha sobre o que você sente; Enviar flores e bombons em qualquer data; Dar o doce favorito, pessoalmente, aonde quer que ele esteja; Sair de bicicleta, e pará-lo no meio da rua para oferecer uma rosa; Seqüestrá-lo, após um dia normal, para fazer amor ou só para dizer "oi"; Permitir-se cair da cama apenas para fazê-lo rir; Fazer e postar fotos e mais fotos de vocês juntos e felizes; Ter vontade de sair gritando o quanto esse alguém te faz bem; Deixar bilhetinhos secretos espalhados pelo quarto dele; O enviar mensagens, e-mails, scraps com letras de músicas emocionantes; Protegê-lo quando há algum sinal de perigo; Acariciá-lo mesmo quando ele está suado; Abraçá-lo enquanto ele toma um remédio incômodo; Fazer um chá de qualquer coisa e dizer "amor, você ficar bom" (mesmo sabendo que não); Rir de você, rir dele, rir de vocês sem motivo; Jogar, às vezes, a vida pro alto para curtir mais alguns momentos juntos; Fazer amor pela manhã e dormir melhor porque também o fez antes de deitar; Acordar e não se sentir sozinho, mesmo quando ele não está ou já se levantou; Importar-se realmente com o que ele pensa e deseja para si; Dar mais atenção e valor às pessoas, à vida, à natureza, ao belo, ao bem; Tornar-se mais vaidoso e dedicado; Pensar no futuro, em viajar, em ter uma casa, (uma empregada bem paga) cães e um jardim; Abrandar a voz para discutir e o envolver o rosto com as mãos enquanto fala; Criar uma linguagem carinhosa (ridícula), quase alienígena, para se comunicarem entre vocês; Dizer frases bonitas em outras línguas; Definir amor sem recorrer ao dicionário; E revelar ao olhar, ao se mover, ao tocar e, também no idioma materno, que o AMA;
Encontre alguém que lhe inspire, e faça você feliz.
Deslizava eu sobre o teu peito liso às bordas dos teus sustentadores masculinos, elípticos! E com as pontas do meu todo ser austral, dialogava com o teu templo na idiomática das dobras que, com as tuas vozes trepidas se encontravam, quando a mão sobre a tua boca não punha. E, quando assim, por qualquer divindade clamava, ou, ainda, exalava um suspiro alto no ritmo shakirenho de um nascer do suor.
O beijo era uma ereção das línguas... água, pele, sintomação! O orvalho do corpo em progressão, untava a cerimônia.
O pescoço claro era o alimento latinovalente dos meus lábios desfibriladores que, na volatilidade do teu organismo varonil, ressuscitava em instantâneo um tal ponteiro tido por 12 o teu próprio umbigo; haste capaz de romper o meu jeans-cronus enquanto vestido.
Minha expressão aberta impelia de ti o teu dom, o meu som, e deitados ou não, imergíamos!
Por último, enquanto jazias, eu desenhava nos vidros a derreter , uma anelante canção.
...Um rapaz de sorriso grande, olhos reconfortantes como um chá quente e de alma branca como a névoa, caminha protegido por um pequeno guarda-chuva laranja... E avista um outro, de sorriso singelo, olhos expressivos como a arte abstrata e de alma azul-poesia, que anda em direção a uma longínqua casa rosa, apressado, lastimoso e umedecido... Ao se cruzarem, sem pretensões, gentilmente o oferece um doce, companhia e abrigo. E, em um lugar distante dali, lhe dá AMOR.
Hoje não é São Valentin, aniversário, ou uma data “querida”; Apenas contemplei o caminho, o sol, a vida; E resolvi vencer a estrada, o tempo, o dia; Pensei no que há de belo, e vi as cores enquanto ia; Peguei um ônibus, uma calçada e tudo então suspenderia, para tocar o teu sorriso-melodia, quando eu cheguei.