(Ojos de Cielo foi a última música que Cáren e eu compomos juntos, inspirado no conto Guarda- Nuvens, de minha autoria)
Yo vi pájaro al aire
Y abrió sus asas para mi
Para que yo pueda mirarte
Y lo sienta volar feliz
Y así me tocó sus ojos
Como el cielo sobre mi
Pero, mi cielo, no vayas
De forma alguna partir
Porque... Yo no sé volar
Y usted...No va a regresar
Pero yo...Aprendí a amar
El cielo como tu mirar
Yo no puedo tenerlo aquí
A mi lado porque yo
No tengo asas como tu
Ni lo sé llamarlo de “mi amor”
Y más nadie puede ser así
Prefiero el cielo que me dió
Mismo que va dolorir
Yo puedo ver donde pasó
Donde pasó...
Veíame andar muy sola
Desaprendí a sonreír
Y en mi camino de piedras
Me olvidé de ti
Ya que en mi cielo es noche
Ni sé para adonde correr
Intenté seguir sus plumas
Y a orilla del mar, me perdí
Porque...yo no sé volar
Y usted...no va a regresar
Pero yo...aprendí a amar
El cielo como tu mirar
Yo no puedo tenerlo aquí
A mi lado porque yo
No tengo asas como tu
Ni sé llamarlo de “mi amor”
Y más nadie puede ser así
Prefiero el cielo que me dió
Mismo que va dolorir
Yo puedo ver donde pasó
Donde pasó...
viernes, 3 de diciembre de 2010
Ojos de Cielo
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jueves, 2 de diciembre de 2010
Sobre Meninas e Canetas
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martes, 23 de noviembre de 2010
não saberei o que deixei de ser
e as poesias não escritas
na involução que abandono
por ir, não perco mais do que encontro
da infância agridoce sob qualquer esquecimento
entre brinquedos e crianças guardadas sem pó
àquela adolescência com esperanças de açúcar
fiz-me adulto
homem-porto das chuvas embebidas em arte e solidão
lembro-me mais dos sentimentos os quais tentei apagar
fui mais feliz quando não sabia que ter memória
era sentir saudade
por isso, guardo vida em anagrama
na alma que levo de mim
e trago do mundo
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lunes, 23 de agosto de 2010
Don Presente
acuéstate de nuevo en la cama y tradúceme una canción hermosa
haz de mi rostro tu gota y pez entre tus manos convexas
desenlaza mi armadura de tiras com una sonrisa abotonada
cuéntame quien eres ahora
critica mi mal humor matutino y rectifica mi inglés
prepara algo a fuego lento mientras yo elijo los frutos
quedate cerca después que disfrutemos uno del otro bajo la música corriente
en tiempo, suspéndeme del lecho y llévame a pasear sobre ti
pídeme una composición sin letra después de apagar la luz
desécha tu traje para que yo dibuje tus trazos en el oscuro
cuenta tus sonidos a las paredes y entrégalos a las fibras puras
llámame como quieras, por un nombre nuevo o por el título de este poema extemporáneo.
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Presente
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martes, 17 de agosto de 2010
pués
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su lluvia sola
La lluvia cayó al suelo
y sintió dolor
Escurría llorosa en los margenes
doblava las esquinas
se encontraba con los postes
(Sin estuario) se cumplió transparente
bajo la luz
y la sombra de los edificios
acarició a quien dormía
...Inspiró a los poetas
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lunes, 9 de agosto de 2010
sua chuva só
A chuva caiu ao chão sem terra
e doeu-se
Escoava chorosa às margens
dobrava as esquinas
encontrava-se com os postes
(sem estuário) cumpriu-se transparente
sob a luz
e a sombra dos prédios
Afagou quem dormia
...Inspirou os poetas
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martes, 15 de junio de 2010
Crônicas de Amor
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viernes, 30 de abril de 2010
Se me faz mal
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Diet
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martes, 30 de marzo de 2010
vão
Eu tentei tirá-lo do coração. Mas foi assim em vão, como apagar uma linha da minha mão ou escrever todo o amor em rima...Ainda o amo.
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viernes, 19 de marzo de 2010
Jônatas e Davi
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martes, 2 de marzo de 2010
Cartas a Davi
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viernes, 5 de febrero de 2010
Qual é a coisa mais generosa que você já fez?
No caminho, parei com pressa em uma padaria e escolhi um doce - lembrei de uma matéria que falava dos benefícios do chocolate ao coração.
No ônibus, o presente ia comigo, dentro da minha muchila nova e molhada por conta do meu esquecimento (guarda-chuva).
Quando desci, o temporal se converteu em chuvisco, e este em nuvens. A água acumulada no pavimento rumava às janelas de sol, antes dos pássaros beberem. Na rua longa, segui reto, encontrando o vento, lendo placas, plantas, pessoas.
Pessoas... Era apenas uma que buscava. Então entrei em um casarão antigo, e depois de subir dois lances de escada, a encontrei. Lá ela fingia que estava, fingia que trabalhava, fingia que gostava da vida que levava. Chamei a lady com os olhos e a abracei de muchila – molhado e tudo – , como que para salvá-la.
Depois de expediente, Taise retornou para casa envolvida por novos sentimentos, vendo o dia se pôr. E, ao invés de tomar o frasco de comprimidos, comeu um doce de cacau. O chocolate que, no meio daquela tarde, junto com um abraço úmido, eu lhe dei.
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Farol
Eu não deixei o nosso amor, apenas guardei no farol de algum lugar. Onde seja bem-vindo, iluminado. Toca-se o céu, como um instrumento que só ouvi quando não escutava direito. Eu não deixei o nosso amor, apenas guardei para falar, para buscar, no farol de algum lugar.
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jueves, 4 de febrero de 2010
Meu hábito
quero ser acostumado a ter você
eu quero me acostumar com o cheiro do seu corpo,
com o gosto do seu beijo
e com a paz de estar sobre o seu peito,
depois de fazermos amor
quero me acostumar com o seu jeito
abduzir, naturalmente, dos seus trejeitos
– da face e do gesticular – alguns para mim,
como um lembrar da parte sua, adentrada na minha ao pertencer...
e da mudança sutil que lhe amar me fará.
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