
O vento batendo nos pensamentos repousados à janela, vibrara as etiquetas dos chás impostas aos sachês. Ainda que já ebulidos e secos ao fundo de uma chaleira de vidro, através deles eu vira o céu, porquanto ouvira o canto dos pássaros aos homens e o canto dos homens a Deus.
A luz clareava naturalmente o livro que me propunha ler e a leitura iluminava-me. Mas recordar a interrompera para grafar o pé nu, evadido dali muito antes da infusão d'água, hortelã e sol.
Parado sobre a cama, fora quando pude sentir o mundo girar numa hibridez de sombras e fulgores como as minhas tragédias e comédias, cores e rancores... Fizera-se a compreenção que erguera meu corpo para fechar a janela, e fixar a mente sobre contos já escritos.
lunes, 29 de junio de 2009
O Vento e as Etiquetas dos Sachês
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Etiquetas: Poesia em prosa
jueves, 25 de junio de 2009
Sopa de Galo em Caixinha
A abertura oficial do Festival começou cerca de 19h com a apresentação de Tulio Milman. Mas primeiro: os hinos!
Pensaram que eu ia dizer "Kokobongo", né? Interdito!
... Washington Olivetto não pensou duas vezes antes de aloprar a canção do Brasil e do RG. Às vezes olhava o teto, o relógio (afinal tinha jogo do Coríntias, aliás, deste ele deve saber a letra), ou os looks dos colegas em fila indiana, o celular. Será que o patrono estava com vontade de urinar? Sei lá. Mas, se estava, ficou pior depois que a mocinha entregou a água. Vai ver foi essa causa da sua saída a la papa-léguas do evento. Mas, para mim, essas desconsiderações, tanto com as músicas quanto com os jornalístas - depois do discurso - pareceu um arrogante "eusoucriativodemais@entãoeuposso.old.zás".
"Quando Olivetto tem a pachorra de dizer 'é hora de trabalharmos com criatividade sem dispor de grande verba' e, instantes depois, apresenta o case de um cliente que comprou placas no autódromo de Interlagos, patrocinou o troféu do GP, fez um VT em homenagem à Oscar Nyemaier (autor do troféu) e veiculou no intervalo do Jornal Nacional dá vontade de levantar e tomar um vinho, comer polenta, sei lá." Satiriza o bloguista Fred.
Mas, nem tudo foi sopa de galo em caixinha. Luiz Coronel foi o primeiro a discursar, e o dono do mais apaixonado discurso do Festival. Eis algumas frases:
"Se a Publicidade dispõe de mais recursos que a educação pública no mundo, vamos fazer valer essa força."
“A objetividade e prepotência do varejo inquieta a arte.”
“Não sejam, estudantes, publicitários comuns. Ousem!”
"Um publicitário inculto é uma fábrica de abobrinha."
"Ser um cidadão não é conviver em sociedade, é transformá-la. Ser publicitário não é apenas trabalhar em uma agência. É deixar as impressões da sua presença dentro da profissão."
Após, a medalha Maurício Sirotsky, citada no último post sobre o acontecimento, homenageou William Bonner, José Galló, Yeda Crusius, Willy Haas Filho e Washington Olivetto. Durante a solenidade de abertura, os presidentes de todas as edições também foram comtemplados, mas, não apenas com o distintivo. Veja bem: um bosque do Festival foi criado para abrigá-los em forma de árvore.
Romântico, não?
Ocorreu também a entrega do Troféu Publicista Latino Americano para aos publicitários Marcello Serpa, Armando Ferrentini e Gary Bermúdez.

Gary (ALAP México), em entrevista, elogiou o país e disse que nós jovens brasileiros, acadêmicos de PP, estamos no lugar certo. "Yo aquí vengo, sobretodo, para aprender", comentou o mexicano. "Brasil y Argentina son los países más creativos de la America Latina", em triálogo comigo e Pablo Braña (Publimen - Argentina).
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miércoles, 24 de junio de 2009
Look de Festa

Causaremos frisson e descolamento de retina com o nosso doce glamour. O relógio do templo estagnará por um segundo para contemplar a história com milésimos a mais de beleza. E os faróis oscilarão acerca do nosso andar, como um facho de sol presenteado à paixão da lua para adornar duas presenças na noite.
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martes, 23 de junio de 2009
Alguns motivos para se querer isso

A colega Duani estava cheretando aquelas revistas lindas de propaganda guardadas lá nos fundos da biblioteca, e achou uns lances legais. "Vários publicitários doidos e outras coisinhas bem curiosas", digitou a dona e proprietária de blog. Mas encontrou algo mais cômico e resolveu compartilhar.
Motivos para comemorar a propaganda:
1. Fazer propaganda de mim mesmo; [FATO!]
2. Dar desculpa que fiquei até tarde no trabalho; [A criatividade nos lateja, hehe...]
3. Todo mundo reclama, mas todo mundo ama;
[Não sendo campanhas de remédios para impotência, como: ARRIBATUDO. O resto tá tri!]
4. Algumas pessoas ganharem milhões; [Sem ser um BBB?]
5. Usar roupas escalafobéticas e ninguém achar estranho; [Isso se aplica à Caxias?]
6. Usar cavanhaques e barbichas estranhas e ninguém achar estranho; [Isso se aplica à Caxias? 2]
7. Azucrinar estagiários.
[Dizem que, em agência familiar, tem: o pai, a mãe, o filho, o cachorro e o estagiário. Ou seja, o sonho de todo estagiário é ser promovido a cachorro! Hahah...]
8. Ter o que passar no intervalo de um jogo;
[Preferia ser forçado a assistir "Dona Beija" do que ver um jogo na íntegra. Aff!]
9. Testar a capacidade humana com prazos surreais; [Sempre sob pressão.]
10. Inventar termos que viram modinha; [Já me considero um neologista.]
11. Melhorar seu inglês: bussines, plsn, budget, recall, brainstorm, wireless, filmlles, less is more.
12. Melhorar ainda mais: briefing, merchandising, positioning, branding, casting.
13. Inglês super avançad: straigjt to the point, brand valuation, apettite, appel, sex appeal, viagra...[hahaha]
14. Criar Jingles que grudam que nem chiclete no cérebro; [É bom saber que alguém te ama de verdade...]
15. Sustentar os deliveres noturnos;
16. Deixar qualquer produto mais interessante;
17. Cair na armadilha que preciso do carro do ano;
18. Fazer frases de duplo sentido toda hora;
[É... a gente devia ter um botão de desambiguição]
19. Esperarmos o sua posição para entrarmos com o negócio. [oO]
20.Propaganda é a alma do negócio...
and more...|
Ia-ia-ô!
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Etiquetas: Apologias
Silêncio
Se a brisa é o ar em movimento, o som é o silêncio em comunicação.
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Mãezena
Há mais ou menos um ano...
J: _Mãe, a tia trouxe Maizena. Onde eu guardo?
S: _Não sei. Nunca tive Maizena.
[risos]
*ela nunca foi dada a intra-empreendimentos culinários, mas hoje em dia até faz uns lances com biscoito.
**o niver da canceriana foi dia 20. Ganhei um casaco de veludo (melhor não explicar).
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Etiquetas: Gibiópsias, Outros
Inteligência
É o controle dos instintos, não dos sentimentos.
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Etiquetas: Pensei hoje
Rock I’nbar
Rock I’nbar
| s o m s e m c o n s e r v a n t e s
[marca e slogan do esbelecimento fictício projetado para a aula de empreendedorismo]
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Etiquetas: Caderno de Redação PP
jueves, 18 de junio de 2009
Los Pantaloneros
J: _hOla, meu amor!
T:_Oi, meu anjo. Tudo?
J: _ Tudo sim!
T: _Sortudo. Entrevistou o Reynaldo Gianecchini! Pegou na bunda dele?
J: _Hey! Eu sou um profissional de comunicação, não uma versão voyer do Mãozinha da família Adams.
[silêncio...]
T:_O produtor dele não deixou, foi?
J:_É, foi.
[risos]
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miércoles, 17 de junio de 2009
William Bonner: O Publicitário
_Oh...Sim, Esther Ângela Herrera Marquez Laurindo de La Rua y Gandolfi. William Bonner é Publicitário!
[drama mexicano]
_Me-mijay...!!!
No primeiro dia do Festival Mundial, William Bonner, entre outros profissionais da comunicação, foi homenageado com a medalha Mauricio Sirotsky Sobrinho. O âncora do JN agradeceu direto do estúdio da Globo, justificando sua ausência física no evento. "Ética e responsabilidade social são indispensáveis à democracia e à liberdade", lembrou o comunicador nacional ao elogiar a publicidade comprometida. Assim, boanoitou os espectadores.
Quem recebeu a medalha em seu nome foi Rosane Marchetti, apresentadora do Jornal do Almoço. E, antes da sua saída do Serra Parck, se deu a entrevistinha. Confiram!
*ela finaliza dizendo que sempre trabalhou com tv, e está nessa área há 23 anos. Não sei por que pirulitos de xuxu, na hora de postar, ficou cortado. Por dios!
abraz;
Ia-ia-ô!
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viernes, 12 de junio de 2009
“Puta-velha”
Dado Schneider, criador da marca claro, após sua participação na rodada de perguntas a um dos palestrantes, socializou pelos stands do Festival Mundial de Publicidade. E, com a receptividade característica de um verdadeiro ídolo, concedeu ao blog uma entrevista pra lá de conselho de mãe com cara de tio-novo-drogado-malandrão.
Enquanto eu tomava a coca zero (com pipoca), a qual ele me fez questão de quitar (depois que eu disse três vezes que estava com sede – brincadeira), batemos o papo.
Iniciamos com uma reflexão sobre a leitura, tema recém pautado no palco. Segundo o palestrante, consultor e worshopman, a leitura é um hábito de berço. São raríssimos os casos em que há uma guinada e passa-se a devorar os livros. A influência quase sempre está numa imagem do círculo familiar, pois o exemplo funciona muito mais do que ordens expressas. “Muitos pais dizem ‘Filho, você tem que ler mais’, à exaustão, mas não têm o gosto particular pela leitura”, critica.
DADO, VOCÊ SEMPRE ENFATIZA A IMPORTÂNCIA DA LEITURA NAS SUAS EXPLANAÇÕES. QUE LIVROS VOCÊ CONSIDERA ESSENCIAIS NA BAGAGEM DE UM COMUNICADOR?
Macunaíma de Mario de Andrade, porque nós não somos consumidores americanos, puritanos. Lá a palavra vale mais do qualquer coisa; aqui tudo é relativo. Então, nós não podemos ler um livro de marketing americano produzido, por e, para um público específico, brilhante em produção acadêmica e em conhecimento de mercado, se não colocarmos essa obra de Andrade como filtro. “Sua ligação é muito importante para nós” é uma frase esdrúxula para o contexto brasileiro, pois nós somos cordiais, conotativos.
Bibliografia básica:
Macunaíma – Mario de Andrade
Vozes do Brasil – Sergio Buarque de Holanda
Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis
Casa-Grande & Senzala – Gilberto Freyre
O Tempo e o Vento – Érico Veríssimo
Um Certo Capitão Rodrigo – Érico Veríssimo
E aí, então, depois se pode pensar em livros técnicos como Administração e Marketing, de Felipe Botta, velho amansa burro... Enfim, a leitura deve começar por onde você está. Nós temos que ler de bula de remédio até almanaque de farmácia. Afinal, tudo é repertório para associação de idéias. Porque não ler romance, para entender a alma humana, de amor, sentimento?
FALE-ME UM POUCO SOBRE O SEU TRAJETO PESSOAL NA CARREIRA DE COMUNICAÇÃO.
D.S: Eu vim focadinho. Desde os treze trabalho como publicitário, e o meu primeiro dia de aula foi também o primeiro dia de estágio numa grande agência, e ai eu cresci muito rápido. Naquela época era muito fácil crescer. Eu era o Robinho. De repente eu estava no Real Madrid.
(risos)
J.M: Eu, no meu primeiro dia de aula, fui contratado para dar aula de Comunicação Social e tive que me puxar mais nos estudos para poder passar algo consistente aos meus educandos. Aprendi e cresci bastante. Foi muito bom.
D.S: Caramba... Eu lhe digo uma frase de Guimarães Rosa “mestre não é quem sempre ensina, é quem de repente aprende” [...].
D.S: ...Então, trabalhei, trabalhei, trabalhei, e cansei de ser executivo. Aí, terminei o doutorado e vi que estava na hora de ser consultor. Afinal, eu já tinha me tornado, o que se chama no mercado, uma "puta-velha" (experiente – riso). Eu vim migrando de executivo para consultor, e de consultor para palestrante/worshopista. E somente agora, com trinta de carreira, que eu comecei a desacelerar...
J.M: Vai gravar um CD!?
(risos)
D.S:...Não, não. Na verdade, há pouco tempo, gravei meu primeiro dvd ao vivo: palestra com produção. Eu adoro o que eu faço! Quando me dizem: “Bah! Mas tu estás te matando”; eu respondo, “Pior se fosse trabalho!” (risos). Faço o que eu faço com espírito de amador – o amador lida desvinculado da grana. Sou assim, às vezes.
QUE CONSELHO VOCÊ DÁ À GALERA QUE ESTÁ CORRENDO ATRÁS DO SUCESSO?
Eu sigo sendo e sempre fui uma pessoa incorruptível, ético até a medula. E, nesse mundo, onde a maioria dos que se dão bem corrompe algum tipo valor, me questionei algumas vezes se estava no caminho certo para chegar lá. E lhe digo que, agora com os meus quarenta e sete anos, sim.
Então, CALMA. Pelo caminho honesto você demorará mais, porém a sua conquista será mais sólida. Aliás, os aplausos que recebo quando subo no palco não são de graça – é o meu grande presente –, esse carinho não é uma coisa efêmera.
É isso aí, anacks!
Em breve, posto aqui a entrevista do mister advertising, como leitor do blog. Afinal, Dado Schneider também é anacoclicker!
=]
besitos;
[Imagem: Canto esquerdo do certificado do Festival autografado pelo o entrevistado.]
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miércoles, 10 de junio de 2009
Conclusão
É o último conceito que você constroi antes de bastar a procura.
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A prova real
Tente buscar uma razão para o seu sentimento. Se não encontrar, é amor.
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martes, 9 de junio de 2009
Doce Deleite – O espetáculo

Doce Deleite, de Alcione Araújo com direção de Marília Pera, trouxe nesse último sábado para o palco da UCS perfis que, normalmente, estão fora dele. A expansiva atendente da bilheteria, o contra-regra bombril, a perua dona do imóvel, o espectador solteirão, e os idosos já acomodados pelas tele-novelas.
A peça é dinâmica e propõe comunicação real. Os expectadores tornam-se as pessoas que interpretam uma platéia, deixando a passividade habitual de lado. Durante a apresentação, os atores ora são os personagens, ora são as caricaturas das suas identidades reais, fazendo sátiras com os currículos um do outro e desabafos sobre a vida artística no camarim.
_CENA_ Discorrendo sobre o caso de Godelívia, (a bilheteira) que foi demitida por estar interpretando o casal Monica Levinsky e Bill Clinton com o contra-regra, atrás da rotunda:
"Você sabia que, pela lei, a boca não é considerado um órgão sexual?"
Reynaldo, interpretando.
"Ai, meu bem... A lei não sabe o que está perdendo."
Camila Morgado, interpretando.
A técnica, de expor o making of – segundo o livro Como fazer um filme de amor, de Luiz Moura e José Roberto Torero – é um clichê do cinema atual. No Doce Deleite, essa estrutura é tida como solução cênica, já que são muitas as trocas de roupas dos atores. Esta, embora simplória, gera sentimento de verdade, humanizando os artístitas e os aproxima do público. Reynaldo Gianecchini se mostra muito mais maduro no palco, e Camila Morgado uma revelação enquanto atriz cômica. Juntos, encenam esquetes deleitosas de humor empático e inteligente que, só uma dupla de talento se dispõe a encenar.
Outro curta marcante é o da irreverente Mariângela (Giane) que ensina a melhor forma de tomar sorvete, dando dicas simples e infalíveis para que todos possam ter o máximo de satisfação com qualquer tamanho de sorvete. IMPERDÍVEL!
"O amor é o alimento dos pobres, o adorno dos ricos e a distração dos velhos..."
The end!
[Foto:Marcelo Krasilcic]
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Doce Deleite – O figurino
Nesse último sábado, segundo dia da peça Doce Deleite em Caxias do Sul, tive a oportunidade de entrevistar um dos diretores cênicos do cômico espetáculo de Alcione Araújo com a direção de Marília Pera.
Fernando Duarte, com residência fixa no RJ, viaja junto à equipe e é responsável pelos cuidados com o figurino da atriz Camila Morgado. A mesma função tem Tom Pires, incumbido de assessorar Reynaldo Gianecchini. No camarim, aguardando o elenco, Duarte e eu batemos um papo a espera do elenco. O figurinista carioca discorreu sobre os bastidores enquanto aprontava as perucas das inúmeras personagens de Camila.
Com 29 anos, e formado em administração, o fashion-staff revela que as roupas produzidas para o teatro são especiais e tem grande enfoque na praticidade. "As roupas são maquinadas. O figurino do velho, último personagem do Reynaldo, é inteiro, como um macacão", enfatiza.
J: Sabe-se que ambos os atores tiveram uma longa preparação, por volta de 11 meses, com aulas de canto, dança e ballet. Como foi o preparo do figurino?
F.D: O figurino foi elaborado por Kalma Murtinho e teve referência nos anos 60 e 70, mas principalmente nas características dos personagens. A troca de looks também teve que ser muito ensaiada. Inclusive Marília, muito exigente, acompanhou a peça por dois meses para ver se tudo estava correndo certinho.
J: O elenco e a equipe têm o hábito de fazer um tour nas cidades visitadas?
F.D: Olha, nas primeiras nove ou dez cidades, até sim. Fizemos rotas e conhecemos pontos turísticos, mas depois... Depois a gente cansa de ser turista e acaba preferindo ficar descansando no hotel.
Durante o corre-corre, Duarte fez questão de comentar que o clima dos bastidores é extremamente funcional, mas, exceto esses momentos de trabalho, o grupo é uma grande família. "Camila e Giane são uns fofos", reconhece o carioca.
Logo mais, a cobertura e crítica da peça Doce Deleite.
Ia-ia-ô!
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viernes, 5 de junio de 2009
Vejam bem...

Vejam bem...
Por conta de apuros técnicos (aquário da imprensa sempre lotado, e cam pifada) eu não pude publicar as notícias instantaneamente. Mas até a metade da semana, espero, já terei postado a cobertura em forma de uma grande reportagem, divida em:
MAKING OF
ENCUESTITAS
GALO DIÁRIO
Wainting...please!
Agora são pouco mais que 14h, eu ainda não almocei, mas já tem uma palestra rolando pra eu cobrir e um fotógrafo jeitosinho para me beij...FOTOGRAFAR.
\o/
Eu em entrevista para Record, diálogos com as celebridades do mundo dos plin-plins, um papo cabeça sobre drads na virilha, Washinton Olivetto aloprando o hino, robocops gays da Pampa, sono, abstinência, pop e Festival, você encontrará aqui!
Ia-ia-ô!
Euuuuuuuuuuuuuuuuu sou a impreeeeeeeeeeeeensa!!!
besitos;
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Ainnn... Que infortúnio!

ATENÇÃO!
A-go-ra, o baile é funk!(???)
Ia-ia-ô!
JHONNY IN FESTIVAL
FESTIVAL... FESTIVAL!
Saudações Anacks!
Well, subimos no bus que ia para o Festival, às 15h30, em frente ao Cetel (UCS) quando percebi que tinha esquecido a minha carteirinha de repórter do Festival. Por Dios! Adivinhem o que eu fiz:
A) Cheguei na recepção à imprensa e me fiz de sonso – “Ahh, puuxa...Precisava da carteirinha?
B) Cheguei na recepção à imprensa e me fiz de arrogante – “Como assim, você não me conhece???”
C) Cheguei na recepção à imprensa e me fiz de barraqueiro – “Se vocês não me derem a credencial, eu vou gritar e depois trancar a respiração até ficar roxo!
D) Cheguei... e me fiz sonso-arrogante-barraqueiro – “Carteirinha? Você sabe quem eu sou? Se não me der a credencial agora eu vou fazer um escândalo!!! – "Oh... Cris, o meu sublingual! ”
A, B, C ou D? Em breve você saberá a resposta...
besitos;
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