
O vento batendo nos pensamentos repousados à janela, vibrara as etiquetas dos chás impostas aos sachês. Ainda que já ebulidos e secos ao fundo de uma chaleira de vidro, através deles eu vira o céu, porquanto ouvira o canto dos pássaros aos homens e o canto dos homens a Deus.
A luz clareava naturalmente o livro que me propunha ler e a leitura iluminava-me. Mas recordar a interrompera para grafar o pé nu, evadido dali muito antes da infusão d'água, hortelã e sol.
Parado sobre a cama, fora quando pude sentir o mundo girar numa hibridez de sombras e fulgores como as minhas tragédias e comédias, cores e rancores... Fizera-se a compreenção que erguera meu corpo para fechar a janela, e fixar a mente sobre contos já escritos.
lunes, 29 de junio de 2009
O Vento e as Etiquetas dos Sachês
Publicado por _ en 19:38
Etiquetas: Poesia em prosa
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