A abertura oficial do Festival começou cerca de 19h com a apresentação de Tulio Milman. Mas primeiro: os hinos!
Pensaram que eu ia dizer "Kokobongo", né? Interdito!
... Washington Olivetto não pensou duas vezes antes de aloprar a canção do Brasil e do RG. Às vezes olhava o teto, o relógio (afinal tinha jogo do Coríntias, aliás, deste ele deve saber a letra), ou os looks dos colegas em fila indiana, o celular. Será que o patrono estava com vontade de urinar? Sei lá. Mas, se estava, ficou pior depois que a mocinha entregou a água. Vai ver foi essa causa da sua saída a la papa-léguas do evento. Mas, para mim, essas desconsiderações, tanto com as músicas quanto com os jornalístas - depois do discurso - pareceu um arrogante "eusoucriativodemais@entãoeuposso.old.zás".
"Quando Olivetto tem a pachorra de dizer 'é hora de trabalharmos com criatividade sem dispor de grande verba' e, instantes depois, apresenta o case de um cliente que comprou placas no autódromo de Interlagos, patrocinou o troféu do GP, fez um VT em homenagem à Oscar Nyemaier (autor do troféu) e veiculou no intervalo do Jornal Nacional dá vontade de levantar e tomar um vinho, comer polenta, sei lá." Satiriza o bloguista Fred.
Mas, nem tudo foi sopa de galo em caixinha. Luiz Coronel foi o primeiro a discursar, e o dono do mais apaixonado discurso do Festival. Eis algumas frases:
"Se a Publicidade dispõe de mais recursos que a educação pública no mundo, vamos fazer valer essa força."
“A objetividade e prepotência do varejo inquieta a arte.”
“Não sejam, estudantes, publicitários comuns. Ousem!”
"Um publicitário inculto é uma fábrica de abobrinha."
"Ser um cidadão não é conviver em sociedade, é transformá-la. Ser publicitário não é apenas trabalhar em uma agência. É deixar as impressões da sua presença dentro da profissão."
Após, a medalha Maurício Sirotsky, citada no último post sobre o acontecimento, homenageou William Bonner, José Galló, Yeda Crusius, Willy Haas Filho e Washington Olivetto. Durante a solenidade de abertura, os presidentes de todas as edições também foram comtemplados, mas, não apenas com o distintivo. Veja bem: um bosque do Festival foi criado para abrigá-los em forma de árvore.
Romântico, não?
Ocorreu também a entrega do Troféu Publicista Latino Americano para aos publicitários Marcello Serpa, Armando Ferrentini e Gary Bermúdez.

Gary (ALAP México), em entrevista, elogiou o país e disse que nós jovens brasileiros, acadêmicos de PP, estamos no lugar certo. "Yo aquí vengo, sobretodo, para aprender", comentou o mexicano. "Brasil y Argentina son los países más creativos de la America Latina", em triálogo comigo e Pablo Braña (Publimen - Argentina).
jueves, 25 de junio de 2009
Sopa de Galo em Caixinha
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1 comentarios:
olha
eu curti a paradinha do bosque
bonito isso
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