domingo, 15 de marzo de 2009

Theastai

e ainda não sabendo como guardar as minhas mãos falantes
e com um decibilímetro para escutar a razão quase inaudível,
imergi em um suco de morango, para beijá-lo, apenas, ao dizer adeus...

nos indo pela sombra do que quase dizíamos
comparei o seu olhar cerúleo às ocas altas
...feitas com as copas do caminho arborizado e eleito

Eu vi a lua terminada em ene, sob o sol em movimeto,
detrás da luneta em vidros escuros, e, sentado por onde sobe a fé,
me esperava você... na cena sépia de uma foto-poesia

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