Porque me ascendes e extingues tão sempre quanto um interruptor?
Eu, o Prometeu, fiel da luz, reservo-te a vela humana
Trai-te o giganteu,
ao que chega e toca a metade de todos
Quero ser o presente nas tuas vidas paralelas, atemporando
E não o recado que apagas como uma vela desimportante
Para que, o qual julgas o sol,
não se importune com a sutileza da minha claridade
Eu não quero que o meu amor te convenha,
modere, estabilize o pulso
Desejo ser o incômodo apetite pelo doce raro com gotas de stevia
e a coruja despertadora do que sentes, sobre o teu malcriado-mudo
...Almejo exaurir-te em fusões, e tornar-me a causa dos teus atrasos
A espera incondicional pelos domingos e os feriados de quaisquer santos
Mas como, se algemas o meu sentido em sede das notas do pomo perfume?
Como se tu, temendo mais os teus lábios, privasse-nos o beijo de Louis & Lestat
sábado, 21 de marzo de 2009
O (in)oportuno
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