Talvez eu seja apenas um estranho no ônibus tentando, do meu jeito, voltar para casa, com os meus complexos guardados no bolso do chiclete.
Se estou sentado, intercalo a minha leitura com a busca dos olhos a passarem no contrário tempo de fora e, o crepúsculo da rua...
Se estou de pé, me seguro apenas com as pontas dos dedos, e, na outra mão, os livros que esqueci de devolver, por escrever - invés de ler - coisas do meu coração corante, ao aquecê-lo na manta lavanda sem fio, que eu me dei.
sábado, 16 de mayo de 2009
Alheio
Publicado por _ en 14:41
Etiquetas: Textículos
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