Eu sou apaixonado por cada um dos meus Sebastians. Não pelo conteúdo que temos em comum, mas pelas lacunas que compartilhamos. É como se o meu vazio olhasse o vazio do outro e, por um momento, deixasse de ser baldio para ser lugar. Um lugar em comum. Quase um clichê. Quase um crochê. Em cores...
A carícia discreta, o amor perdido, o pai ausente ou relutante – o qual dizemos que não importa, mas nos embarga a voz quando perguntam –, o “não sei” de quem se espera um “sim”, a nostalgia de ser aceito, o par de si mesmo, a pressão de fazer sempre perfeito, sorrir sobre o palco e às vezes verter "una furtiva lagrima" no camarim. É assim, ou quase isso. Na verdade: coragem.
CORAGEM. É o que temos no fim do arco-íris.
Por isso, ouso dizer os nomes...
Por isso, ouso dizer os nomes...
Edy Barbosa
Felipe Esteves
Fernando Ramos
Joli Dandi
Joli Dandi
Roger Castro
Roger Sanz
Ronaldo Coelho
Gratíssimo!
Sebastian.
Sebastian.
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